
Mini Mini Entrevista #01 com Circus (respostas por Bernardo Tavares)
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1- O novo disco teve participações de nomes importantes do hardcore. O quão isso foi significante e elevou o trabalho a outro nível?
R: Tivemos participações maravilhosas, foi realmente algo grandioso pra gente, tanto pessoalmente, como musicalmente. É tipo aquela coisa de ter contato com a galera que você é fã, de ter proximidade com a galera que fez você ter banda. Acho que todos os sons que tiveram feats. foram realmente elevados, pensamos bem direitinho pra ver se combinaria as vozes, acho que deu muito bom, agradecemos demais por todos terem topado.
2- A ilustração da capa ficou incrível. Mas qual é a mensagem por trás dela?
R: A ilustração da capa ficou pronta antes mesmo de terminarmos a produção, estávamos tão empolgados com isso que já foi dando gás, obrigado Luiza Helena e Gustavo Tavares pelo trabalho incrível. A mensagem por trás do desenho é a ideia de pensar todo o contraste entre nós e os outros, ao mesmo tempo pensar como a comunicação é o fator chave pro desenvolvimento das relações sociais. Pensar as primeiras formas de comunicação e pensar como a atual comunicação social está interligada as nossas piores e melhores versões, seja como indivíduo, seja como sociedade, é o conceito que se discorre durante o álbum.
3- Pensando que o hardcore pode ser uma fagulha pra transformação, que tipo de mudança vocês gostariam que acontecesse com quem ouve suas músicas?
R: Nossa ideia sempre foi passar uma mensagem forte, que faça alguma diferença no dia a dia. Pra mim a sensação tem que ser tipo um susto, pra pessoa parar e começar a pesquisar os assuntos que estão nas letras, pensar sobre os problemas da nosso modo de vida, pensar seu comportamento, pensar tudo que já fez e quer fazer. A música, não só o Hardcore, é com certeza uma fagulha de mudança, temos que fazer a diferença e nossa parte do nosso jeito, com as músicas e letras.
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